A remoção das carnes na alimentação pode contribuir para a saúde
Bom dia leitores!!! É com grande orgulho e satisfação que postamos hoje a reportagem especial sobre o vegetarianismo. Iara nos mostrou um pouco mais sobre esse costume alimentar que a cada dia ganha novos seguidores e que sua alimentação pode ser gostosa e saudável sem o consumo de carnes. Assista agora a nossa produção!
Agradecimentos Especiais: Shayene Martins e Iara Diniz, sem vocês esse vídeo não poderia ser produzido!
Alimentos orgânicos são aqueles isentos de qualquer aditivo químico, não somente agrotóxicos, mas qualquer aditivo que não seja natural. Por exemplo, o leite pode ser considerado um alimento orgânico se a vaca não ingerir nenhum alimento que não seja natural.
A nutricionista Débora Sabino (CRN 9-9922), explica que os alimentos orgânicos não têm, necessariamente, maior valor nutricional, mas sim, melhor valor nutricional, em virtude deles não serem tóxicos e possuírem melhor qualidade. Débora ressalta ainda que os alimentos orgânicos possuem uma maior quantidade de sais minerais, se comparados aos alimentos não-orgânicos. Isso se deve à melhor qualidade do solo, que não recebe produtos químicos.
Os alimentos orgânicos são produzidos em pequenas propriedades e têm menor oferta no mercado, por isso, o preço desses produtos é maior.
Os nutricionistas recomendam que se dê preferência a esses alimentos, pois o efeito dos agrotóxicos contidos nos alimentos não-orgânicos pode ser a curto, médio ou longo prazo, favorecendo, inclusive, o aparecimento do câncer.
Para sua comercialização,
os produtos orgânicos deverão ser certificados por organismo reconhecido
oficialmente.
TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 30 DE MARÇO DE 2013. AS FOTOS UTILIZADAS NO POST SÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO, ENCONTRADAS NO GOOGLE IMAGES.
Um dos sintomas da anorexia é a distorção de sua imagem
corporal, onde o doente se enxerga mais gordo do que
realmente é.
Uma notícia
publicada no período de dezembro de 2012 e janeiro de 2013 tem chocado a
população: uma mulher de 39 anos que sofre com os males da anorexia pede ajuda depois de chegar a pesar 25 quilos! Isso mesmo, apenas 25 quilos em uma mulher de
quase quarenta anos. Sua mãe, emocionada com a repercussão mundial da situação
de sua filha a definiu como um “walkingdead” – um zumbi (tradução livre), visto que seu corpo se transformou em
pele e osso, quando comparado a fotos de sua infância e adolescência. A mulher cujo
corpo se mostra desfigurado, Valeria Levitina, mora hoje no Principado de
Mônaco e mede 1 metro e setenta e dois centímetros – 1,72 metros – distribuídos
em míseros 25 quilos, como pode ser visto nesse vídeo com legendas em inglês.
Apesar do
choque da matéria e da sensação incomoda de se observar um ser humano nessa
situação caótica, esse tipo de problema é mais comum do que se espera. A prevalência de Anorexia Nervosa varia entre 2% e 5% em mulheres adolescentes e adultas, já a Bulimia Nervosa tem como
variável 1% e 3% e a taxa de ocorrência em homens é aproximadamente um décimo
daquela observada nas mulheres. Mesmo não sendo tão expressiva e estudada, vêm
se observando o aumento do número de casos de pessoas do sexo masculino que são
afetados por transtornos alimentares, e assim como na bulimia os casos ainda não
tem tanta expressão, pois o número de mulheres que sofrem do TA`s – lê-se Transtornos
alimentares – ainda beira os 90% de todos os casos registrados.
Mas afinal quais são os fatores que causam esse tipo de doença? Assim como na bulimia o que se observa são um conjunto de fatores de ordem psicológica e mental de cada pessoa doente. Enquanto umas manifestam os TA`s devido a traumas de infância, outras se vêm doentes por assédio na escola. Algumas mulheres se sentem deslocadas com a aparência de seu corpo e desenvolvem um sintoma peculiar, onde não se reconhecem pelo espelho, passam a ver seu corpo mais gordo que o normal, mesmo com o corpo em situação quase cadavérica. Esses fatores associados com a visão midiática de obrigação em ter um físico escultural transmite uma pressão que é aliviada com a interrupção brusca e completa dos hábitos alimentares, por isso o corpo esquelético.
Segundo o clinica geral Ana Maria Rodrigues os sintomas se misturam a um estado psicológico debilitado, que já necessitava de ajuda antes mesmo da manifestação anoréxica. Muitas vezes a fonte do problema está em casa mesmo. O que agrava também é que na adolescência as meninas passam a comparar o corpo com outros, seja das colegas ou os de atrizes na TV, e não se aceitam do jeito que são, o que desencadeia uma série de outros problemas de autoestima – disse Ana Maria.
Em seu blog o médico Dráuzio Varela também mostra outras causas da doença como o fator genético, em que estudos comprovam uma maior incidência da doença em famílias que apresentam casos de TA`s. Estudos comprovam que em casos de irmãos gêmeos, quando um dos irmão têm a doença a probabilidade de o outro também apresentar os sintomas da doença aumenta gradualmente. O médico também lista alguns sintomas da doença:
* Perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa. Nos casos mais graves, o índice de massa corpórea chega a ser inferior a 17;
* Recusa em participar das refeições familiares. Os anoréxicos alegam que já comeram e que não estão mais com fome;
* Preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos. Esses pacientes chegam a ingerir apenas 200kcal por dia;
* Interrupção do ciclo menstrual (amenorreia) e regressão das características femininas;
* Atividade física intensa e exagerada;
* Depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos;
* Visão distorcida do próprio corpo. Apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam-se com excesso de peso;
* Pele extremamente seca e coberta por lanugo (pelos parecidos com a barba de milho).
Assim como em outros transtornos, a família é fundamental tanto no diagnóstico quanto no tratamento dos doentes. Assim como disse Valeria Levitina a doença pode começar com uma seleção daquilo que se come. Isso se transforma em obsessão e o doente passa a não se alimentar perto de outras pessoas. Muitas vezes o primeiro contato visual da família com a doença se dá nesse momento, em que a pessoa para de se reunir para fazer as refeições, com medo da crítica familiar. Quando isso acontece, o ideal é o apoio familiar, com conselhos e acompanhamento médico e psicológico.
O tratamento ainda não conta com muitos tipos de medicação específica. Ainda se trata esses tipos de transtorno com acompanhamento profissional e como mostra a psicóloga Flávia Scavone no blog da nutricionista Alessandra Coelho o tratamento nutricional prima por:
Auxiliar o paciente a entender os efeitos das restrições alimentares
A alergia é uma reação de rejeição do organismo a alguma substância química chamada alérgeno ou antígeno. Essa reação é desproporcionalmente intensa em relação à escassa quantidade de alérgeno ou à sua inofensividade. Qualquer substância química pode causar uma reação alérgica.
O marisco é o alimento que causa alergias com maior
frequência.
Alguns alimentos como: peixes, ovos, carne, mel, leite, dentre outros, costumam ser causas frequentes de alergias. O consumo desses alimentos pode ainda favorecer reações alérgicas a outros alimentos ou substâncias químicas. Assim, em pessoas sensíveis, por exemplo, o leite pode propiciar uma reação alérgica a outros alimentos ou substâncias e potencializar outras manifestações de tipo alérgico.
A nutricionista Débora Sabino (CRN: 9-9922), recomenda que, alimentos como o leite de vaca, grande causador de alergias alimentares, não sejam incluídos na alimentação antes do fim do primeiro ano de vida, pois a chance de se desenvolver a reação alérgica aumenta consideravelmente.
Os sintomas das alergias alimentares incluem formigamento na boca, edema nos lábios, distensão abdominal, vômitos, ruídos intestinais exageradamente altos e diarréia.
O único tratamento eficaz é deixar de comer os alimentos que lhe provocam alergias. Por segurança, consulte um médico antes de iniciar uma dieta restritiva para tratar uma alergia autodiagnosticada.
No Blog Mundo dos Peixes você pode conferir uma
receita de lambari frito.
Saborear um peixe a beira do mar,
ou comer um peixe assado em algum lugar com uma companhia agradável, ou
deliciar uma moqueca bem preparada sempre são bons programas. Uma porção de
lambari frito acompanhado de angu então? Sempre é uma boa pedida para reuniões
de família e agitadas mesas de bar. Todos esses pratos são exemplos de como o
peixe está presente nas mesas de todos os cantos do país. Sem contarque com a
quaresma da tradição católica, o consumo cresce ainda mais. Seja o peixe de
água doce ou salgada o grande número de espécies da fauna brasileira esta
movimentando o mercado, atraindo novos negócios e ganhando até apoio
governamental. Os amantes do pescado agradecem.
Para não perder os nutrientes é
necessário sempre se preocupar também com o modo de preparo do seu pescado.
Evite frituras, principalmente as que utilizem gorduras animais, sempre use os
óleos vegetais. O peixe grelhado, assado ou cozido no vapor ainda se apresenta
como a melhor opção, pois não altera tanto o paladar e os valores nutritivos.
Características: Ambos são fontes
de proteínas, mas possuem suas especificidades.
Peixes de água doce – São
predominantemente peixes ósseos e escamosos que habitam sua vida inteira – ou
parte dela – em rios e lagos. Tem sua carne mais fracionada e varia de
tonalidade e textura de acordo com a alimentação e geografia de cada espécie.
São ricos em Ômega 6 e algumas espécies como o Pacu são mais gordurosas. Em
geral são menores que os peixes de água salgada e com exceção de algumas
espécies, como o Pacu, possuem baixo teor de gordura. Espécies no Brasil –
traíra, tilápia, lambari, pacu, pintado, tambaqui, e outros.
Peixe de água salgada – Possuem pele semelhante ao couro, com menos escamas que os peixes de água doce e são relativamente maiores que os de água doce. Se alimentam de plâncton marinho e peixes de outras espécies. A taxa de ômega 3 – gordura boa para o funcionamento corporal - é maior quando comparada às espécies de rios e lagos. Sua carne é mais densa e a quantidade de espinhos é variável.
Um dos alimentos mais consumidos em todas as casas brasileiras e o preferido de muitas crianças, o ovo vem recebendo destaque em diversos estudos na atualidade. Sua fama de “cara malvado” das cozinhas vem se modificando, abrindo espaço para suas qualidades específicas, voltadas principalmente para os esportistas, gestantes e outros grupos restritos. Do cargo de vilão do colesterol o ovo é elevado ao patamar de alimento saudável (quando consumido com moderação) que faz bem ao cérebro, ao coração e é ideal para todas as idades.
Seja frito, cozido, cru ou em forma de condimento, o consumo desta especiaria se destaca pela fácil digestão e absorção no organismo, já que sua massa é predominantemente composta por água. Ele contém ainda as vitaminas K, A, D e E em grandes quantidades e também: vitaminas do complexo B, e os minerais sódio, ferro, magnésio e potássio. Com todo esse gabarito nutricional e estudos que comprovam sua eficácia na alimentação ele passou a ocupar lugar de destaque tanto para receitas de atletas, com alto rendimento físico, quanto para pessoas que tem por objetivo a perda de peso com dietas.
Sua média de 70 calorias e altos índices de vitaminas e nutrientes, aliados a um alto custo/benefício – um ovo aqui em Minas Gerais custa em torno de 0,40 centavos – já faziam dele o substituto da carne em muitas casas de classe média, mas agora até “celebridades” já se rendem a sua eficácia e comem várias claras de ovo por dia, para uma dieta que prima a hipertrofia muscular.
Clara ou Gema?
70 a 75 por cento do peso do ovo é composto de água, ou seja, mesmo escolhendo a clara ou a gema lembre-se que grande parte de suas composições é simplesmente água comum. O que difere predominantemente uma “parte” da outra são os nutrientes que cada uma contém. Enquanto a gema (30 por cento do peso do ovo in natura) concentra o colesterol, vitaminas, ácidos graxos e gordura do tipo INsaturada – aquela que faz BEM ao organismo, diminui o colesterol LDL e aumenta o HDL, não confunda com a Saturada que faz mal ao organismo – a clara (60 por cento do peso do ovo in natura) concentra as tão perseguidas proteínas – principalmente a albumina - , ideais para os adeptos das academias. O ideal é o ovo ser consumido por inteiro, para se ter todos os benefícios de sua composição.
Consumido com moderação e sempre tendo o acompanhamento nutricional e médico, este alimento completo é um dos atuais aliados da boa alimentação e de acordo com o ritmo de atividade de cada um. Combinado com uma alimentação balanceada esse alimento é um dos principais combustíveis do terceiro milênio.
Nem sempre quem ingere mais alimentos possui o maior ganho de peso e não importa só a qualidade de comida ingerida, mas os horários em que isso é feito. De acordo com o cirurgião geral com experiência na realização de cirurgia bariátrica, Thiago Carneiro Machado, “o ganho de peso que gera a obesidade é uma das doenças mais graves do século XXI, provavelmente será o maior problema de saúde pública nos próximos 20 anos e é gerado principalmente por questões genéticas, comportamentais e tem relação com os horários da alimentação, por isso, é importante ingerir pequenas porções de três em três horas para manter uma taxa metabólica acelerada e facilitar a digestão”.
Thiago Carneiro - Cirurgião geral com
experiência na realização de cirurgia bariátrica
Como explicado pelo cirurgião, no período da manhã os hormônios circadianos que fazem com que a gente mantenha atividade física durante o dia e durma a noite são mais elevados, as taxas de cortisol maiores, portanto o metabolismo é mais eficiente, por isso, o café da manhã, o lanche do meio da manhã e o almoço são fundamentais, porém, algumas pessoas acabam comendo muito à noite, quando os hormônios do metabolismo estão baixos. E não são raras as refeições nas quais priorizam comidas prontas, que geralmente são carregadas de produtos químicos e calorias, então, não só a quantidade, mas a qualidade da comida também faz com que as pessoas engordem.
Machado ressalta, “a maioria dos pacientes que procuram redução de estômago são mulheres, em cada 10, oito que eu opero são mulheres, pois, elas têm preocupação maior com a saúde e claro com certo apelo estético devido às dificuldades que a obesidade causa na vida dessas pessoas que tem uma história que mostra que geralmente tinham peso normal aos vinte anos e ao casarem, acabaram relaxando com a alimentação e a atividade física. Durante da gravidez elas tendem a ganhar mais peso, nem sempre com acompanhamento profissional, fazendo com que engordem excessivamente e depois tenham dificuldade de emagrecer, além disso, a maternidade traz sedentarismo e deixa menos tempo para se exercitar, fazendo com que ganhem peso a cada filho, chegando a um grau de obesidade severo”.
Essas mulheres tentam fazer regime com acompanhamento médico, mas como o ganho de peso foi excessivo acabam não conseguindo, então a cirurgia torna-se uma alternativa eficaz, mas também provoca alterações na saúde da pessoa, que terá que fazer acompanhamentos periódicos com os profissionais que realizaram o procedimento e com o endocrinologista. É o caso da assistente Social Ana Cristina Dias de 47 anos que passou por uma cirurgia de redução de estômago há seis meses e já emagreceu 25 quilos, ela afirma, “a cirurgia foi o melhor método, pois sofria com diabetes, pressão alta, apneia do sono e gordura abdominal, todos relacionados com fatores hereditários. Tentei dietas e remédios, mas o peso voltava. Como tinha diabetes sempre tive uma alimentação balanceada, mas hoje a dieta é mais restrita, devido ao tamanho reduzido do estômago e pobre em gordura”.
Para
quem a redução de estômago é indicada?
A redução de estômago só é indicada para pessoas com obesidade mórbida. Para saber se uma pessoa tem essa obesidade é preciso calcular o seu Índice de Massa Corporal (IMC), para isso, basta pegar o peso e dividir pelo quadrado da altura em metros. Nas pessoas com peso normal o número encontrado está entre 18 e 25, quando o cálculo do IMC resulta em um número de 25 até 30 a pessoa está com um sobrepeso e acima de 30 já se inicia obesidade. De 30 a 35 é obesidade grau 1, de 35 a 40 obesidade grau 2 e acima de 40 já é obesidade mórbida, grau 3.
A obesidade que indica o procedimento cirúrgico é aquela que vai do IMC 35 a 40, quando a pessoa já tem doenças graves relacionadas à obesidade como doenças relacionadas com o sistema osteomuscular, problemas de joelho, coluna, apneia do sono, problemas cardíacos, hipertensão arterial e principalmente diabetes, nesses casos a pessoa já tem indicação de operar se o IMC for acima de 35 e quando esse índice é acima de 40 a indicação já é a cirurgia independente da pessoa ter outros problemas de saúde relacionados à obesidade, basta já ter feito a avaliação com endocrinologista que vai atestar que a obesidade está relacionada somente com alimentação incorreta e que não existe problema glandular ou hormonal que justifique o ganho de peso.
Quando já foi realizado um acompanhamento com endocrinologista por pelo menos um ou dois anos tentando fazer um regime e não houve sucesso no tratamento, a cirurgia se torna uma boa alternativa para tratar a obesidade. Entre os critérios para se submeter ao procedimento estão não ter nenhum distúrbio psiquiátrico que contra-indique a intervenção, ter mais de 18 anos ou menos de 65, e um histórico de obesidade de longo prazo, pelo menos cinco anos. Para a pessoa saber se tem indicação ou não de fazer o procedimento, é preciso consultar um endocrinologista e um cirurgião especialista nessa área para saber se está enquadrada nos critérios de indicação para a cirurgia.
O leite é o combustível que faz o bebe crescer mais
rapidamente durante o primeiro ano do que em
qualquer outra época.
Cuidar bem da alimentação dos bebês é fundamental para que haja um crescimento saudável e se evite o aparecimento de graves doenças.
Até os seis meses de vida é recomendada a ingestão exclusiva do leite materno, pois este contém os nutrientes necessários durante essa fase da vida, além de proporcionar um equilíbrio adequado de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e sais minerais. Contêm ainda anticorpos da mãe, proteínas específicas que protegem o bebê contra infecções gastrointestinais, respiratórias e alergias.
A estudante Vanessa Coutinho, mãe de uma menina de onze meses, conta que continua amamentando a filha, oferecendo também a ela outros alimentos. Vanessa pretende amamentar até a menina completar dois anos, pois sabe da importância desse alimento e reconhece que ele estreita os laços entre a mãe e o bebê.
Esta é mais uma vantagem do leite materno, pois além de unir mãe e filho (a), ajuda a mulher a readquirir o peso que tinha antes da gravidez.
Após os seis meses, devem ser oferecidos ao bebê outros alimentos, como: água, sucos naturais sem adição de açúcar, verduras, legumes e frutas amassadas, até que a criança tenha condição de mastigá-los. Esses alimentos devem ser oferecidos aos poucos, em virtude de o sistema digestivo do bebê estar acostumado apenas à digestão do leite materno.
Por fim, separamos algumas dicas úteis para o período da amamentação e da suspensão desta:
• Consulte seu médico antes de tomar qualquer remédio.
• Não deixe o bebê faminto, pois ele ficará aflito e não conseguirá mamar direito. Sempre que o bebê chorar, ofereça o peito.
• A cada mamada, troque a ordem em que oferece o peito ao bebê.
• Não pare de amamentar de uma hora para outra, a menos que seja necessário.
TEXTO E FOTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 19 DE FEVEREIRO DE 2013.
O carnaval é muito esperado pelos brasileiros. As pessoas querem se divertir e muitas vezes se esquecem de se alimentar de forma adequada, pensando nisso, selecionamos algumas dicas da nutricionista Bárbara Delazzari para você aproveitar com saúde os dias de folia.
Nas viagens, é importante levar lanches leves, práticos e saudáveis, como por exemplo, frutas e sanduíches naturais embalados em bolsas térmicas.
Durante o carnaval, principalmente para aquelas pessoas que ingerem bebidas alcoólicas, é fundamental a ingestão de água, água de coco e/ou sucos naturais a fim de evitar a desidratação, muito comum nesse período. No decorrer dos dias de festa, deve-se realizar refeições regulares com intervalo de 3 horas, pobres em gorduras e ricas em carboidratos que são fontes de energia, por exemplo, massas e pães integrais, fontes de fibras e que auxiliam no bom funcionamento do intestino.
O Engenheiro Diogo Cardoso, 26 anos, mescla bons e maus comportamentos no que se refere à alimentação no carnaval. Ele conta que costuma comer principalmente mistos quentes e sanduíches vendidos em barracas, intercalando as bebidas alcoólicas com outros líquidos, principalmente a água.
Para você que não conseguir se alimentar de forma correta, após os dias de folia você deve ingerir alimentos que desintoxicam (limpam) o organismo (frutas, legumes, verduras e alimentos integrais como a linhaça e a aveia), não se esquecendo de beber muita água e sucos naturais.
Cuide-se bem e bom carnaval!
TEXTO E FOTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 9 DE FEVEREIRO DE 2013.
As grávidas devem comer para dois e não por dois. Durante os nove meses de gravidez, é recomendado que a gestante engorde de 9 a 12 quilos, quando se espera apenas um bebê. Em casos de gravidezes múltiplas, o peso varia. E nada melhor do que uma dieta balanceada para garantir o bem-estar da mãe e o bom desenvolvimento do bebê.
“Sempre tive uma alimentação balanceada, mas com a gravidez, passei a me preocupar mais com o que comia. Hoje minha alimentação é mais variada devido à necessidade de suprir os nutrientes que o bebê e eu precisamos para uma gravidez saudável.” É o que conta a gestante Sirlei Ribeiro.
Para atender as necessidades da gestante e do feto, é extremamente importante que se tenha uma alimentação diversificada que inclui desde cereais, produtos integrais e oleaginosas, até frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes. Como nenhum alimento é completo, é fundamental diversificar o cardápio.
A gestante deve evitar enlatados, condimentos, coisas gordurosas, carnes cruas ou mal passadas, sushi, camarão, lagosta, frutos do mar, refrigerantes e bebidas industrializadas a fim de evitar intoxicações alimentares, má digestão e problemas gastrointestinais.
Procure um(a) nutricionista, você possui singularidades e isso não é diferente na alimentação.
Por fim, vale lembrar que é fundamental que a gestante faça um acompanhamento nutricional com um (a) nutricionista, pois este profissional irá orientá-la a respeito de todas as alternativas que podem ser utilizadas para uma alimentação que satisfaça as necessidades da mãe e do bebê, levando em consideração fatores como altura, peso e idade da mãe, problemas eventuais de saúde que esta possua (diabetes, pressão alta) e situação clínica do bebê.
TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 6 DE FEVEREIRO DE 2013. AS FOTOS UTILIZADAS NO POST SÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO, ENCONTRADAS NO GOOGLE IMAGES.
A alimentação interfere no funcionamento do aparelho digestivo em problemas como a gastrite e o refluxo, temas anteriores do blog, mas, também influencia todo o organismo. A saúde da boca depende e muito do que ingerimos, até a alimentação de uma gestante já é importante na formação dos dentes da futura criança.
Dentista Catarina de Souza
Na infância a alimentação é importante para um bom desenvolvimento dos dentes, da mastigação, da musculatura e da oclusão. Além disso, é importante lembrar, como ressalta a dentista Catarina de Souza, “na infância os hábitos vão ser formados, a criança vai aprender a se alimentar de forma adequada ou não, o papel de ensinar cabe aos pais”.
Alguns alimentos são benéficos à saúde bucal, de acordo com a dentista, “os alimentos naturais e fibrosos são benéficos, alguns tipos de alimentos são considerados detergentes, ou seja, quanto mais fibroso é o alimento maior limpeza ele proporciona aos dentes. Já os alimentos pegajosos vão ser prejudiciais a partir do momento que eles ficam mais grudados nos dentes, podendo ocasionar cárie”.
Como exemplos de alimentos detergentes, temos a maça e a cana, como se pode ver no vídeo logo abaixo, e entre os alimentos pegajosos estão os doces, como brigadeiro e biscoitos recheados. Assim, os maiores inimigos dos dentes são os alimentos açucarados, por isso, as guloseimas e açúcares em geral devem ser consumidos com moderação, seu uso frequente pode causar cáries.
A saúde bucal também depende da higiene, é necessário escovar os dentes após as refeições e utilizar o fio dental diariamente. O flúor também é benéfico na prevenção de cáries.
TEXTO E FOTO POR FLÁVEA GOMES. POSTADO NO DIA 30 DE JANEIRO DE 2013.
“O refluxo gastroesofágico é a permanência anormal de ácido que deveria estar presente no estômago, que volta para o esôfago e ali permanece, causando lesões e agressões químicas diversas. O esôfago, como não foi preparado para ser agredido por essa substância, tenta se adaptar a ela, por isso o paciente começa a desenvolver sintomas que acusam a presença anormal desses líquidos, onde esse passa a desenvolver quadros de azia, queimação e digestão ruim”, é o que explica o gastroenterologista Flávio Gilbert.
O refluxo não significa necessariamente doença. Ele é comum e ocorre diversas vezes ao dia em todas as pessoas, mas por curtos períodos de tempo. A mucosa do esôfago é pouco resistente ao ácido, mas tem a capacidade de suportar esse refluxo normal.
Em alguns casos, a mucosa do esôfago pode ter sua resistência diminuída ou o ácido presente no estômago refluir mais vezes ou por mais tempo que a mucosa esofágica pode resistir. O ácido pode ainda refluir até a garganta, ou irritar o esôfago. Nessas situações, o refluxo deixa de ser considerado normal e é diagnosticada a doença do refluxo gastroesofágico.
O problema ocorre em razão de uma falha no esfíncter esofágico inferior, também conhecido como esfíncter cárdico, que funciona como uma válvula, não deixando que o bolo alimentar que está no estômago retorne para o esôfago.
Bebidas alcoólicas, a banana e o chocolate são alguns dos alimentos que causam refluxo.
Existem alguns alimentos que favorecem o surgimento do refluxo, tais como: alimentos ácidos, tomate e molho de tomate, doces e chocolate, refrigerantes, bebidas alcoólicas, café, chá preto e mate, além do cigarro.
O tratamento clínico é feito a base de omeprazol, lansoprazol, rabeprazol e esomeprazol. O tratamento deve ter duração mínima de 6 a 12 semanas, durante a qual a dose poderá ser reduzida gradualmente. Em casos mais graves, pode ser necessário o tratamento cirúrgico.
As pessoas que tem restrições nutricionais, muitas vezes, encontram dificuldade de se alimentar de forma adequada por falta de informação de fácil acesso e compreensão. Tendo em vista esse fato, o blog “Nutração” tem como objetivo a realização de uma cobertura jornalística em nutrição, tentando minimizar os problemas e a falta de informação sobre eles, além de mostrar que existem pessoas saudáveis que prezam pela boa alimentação, incentivando desta forma a prática alimentar responsável.
O nome “Nutração” é baseado no fato de que não basta se alimentar, é preciso ter qualidades nutricionais naquilo que se ingere, para então, se alcançar uma boa qualidade de vida e saúde, por meio do bom funcionamento do corpo e da mente. A palavra ação foi inserida para indicar que é preciso ainda tomar atitudes e dispender certo tempo para ingerir o que é realmente bom para a saúde.
Logo e título do Nutração
Os temas aqui abordados girarão em torno de alimentação saudável, doenças relacionadas à alimentação, intolerância a determinados tipos de alimentos, dieta alimentar para grupos específicos de pessoas: gestantes, diabéticos, etc, além de outros temas que surgirem ao longo do tempo. Para um melhor desenvolvimento e aprofundamento dos temas propostos, serão consultados profissionais especializados que irão auxiliar você em todos os aspectos relacionados à alimentação.
Os posts, que terão periodicidade de duas vezes por semana, contarão ainda com depoimentos de pessoas que se enquadrem nos temas propostos. O blog tem perfil no facebook como uma forma de feedback entre produtores/ leitores, troca de experiências, com a possibilidade de envio de depoimentos e sugestões de pauta, e personagens. Dessa forma, você internauta está convidado a participar e colaborar para que este espaço seja um canal efetivo de promoção da saúde e da boa qualidade de vida.
TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 15 DE JANEIRO DE 2013. A ILUSTRAÇÃO UTILIZADA COMO FUNDO FOI PRODUZIDA PELO ARTISTA JAPONÊS TATSURO KIUCHI.