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Alimentos orgânicos são aqueles isentos de qualquer aditivo químico, não somente agrotóxicos, mas qualquer aditivo que não seja natural. Por exemplo, o leite pode ser considerado um alimento orgânico se a vaca não ingerir nenhum alimento que não seja natural.

A nutricionista Débora Sabino (CRN 9-9922), explica que os alimentos orgânicos não têm, necessariamente, maior valor nutricional, mas sim, melhor valor nutricional, em virtude deles não serem tóxicos e possuírem melhor qualidade. Débora ressalta ainda que os alimentos orgânicos possuem uma maior quantidade de sais minerais, se comparados aos alimentos não-orgânicos. Isso se deve à melhor qualidade do solo, que não recebe produtos químicos.

Os alimentos orgânicos são produzidos em pequenas propriedades e têm menor oferta no mercado, por isso, o preço desses produtos é maior.

Os nutricionistas recomendam que se dê preferência a esses alimentos, pois o efeito dos agrotóxicos contidos nos alimentos não-orgânicos pode ser a curto, médio ou longo prazo, favorecendo, inclusive, o aparecimento do câncer.

Para sua comercialização, os produtos orgânicos deverão ser certificados por organismo reconhecido oficialmente.


TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 30 DE MARÇO DE 2013. AS FOTOS UTILIZADAS NO POST SÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO, ENCONTRADAS NO GOOGLE IMAGES.

Um consumo elevado de carne se associa com um risco maior de diabetes.
 Essa doença ocorre com menor freqüência entre os vegetarianos.
A chamada diabetes “melito” ou diabetes sacarina ou açucarada é um transtorno do metabolismo da glicose que ocorre com bastante frequência nos países ocidentais. Na realidade, esse termo inclui duas doenças cuja característica comum é apresentar um nível elevado de açúcar no sangue.

Veja mais informações sobre o diabetes melitus aqui!




Tipos de Diabetes 



• Diabetes tipo 1: também chamada diabetes juvenil ou insulino dependente. Devido a uma infecção viral, a uma toxina ou a uma reação auto-imune, tudo isso favorecido por uma predisposição hereditária, as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas. Esses diabéticos costumam ser magros e necessitam de que lhes seja administrada insulina desde a infância.

• Diabetes tipo 2: também chamada diabetes de adulto ou não insulino dependente. Suas causas são desconhecidas, embora se saiba que é favorecida por uma alimentação rica em produtos doces e refinados e pobres em cereais integrais.

Outras informações sobre os tipos de diabetes, acesse aqui!

Alimentação


Os alimentos cujo consumo aqui se recomenda aumentar (legumes. Verduras, frutas, por exemplo) contribuem significativamente para controlar a diabetes e evitar suas complicações. Para isso, é preciso que seu uso se insira em um planejamento dietético estabelecido por um especialista.

Os alimentos cujo consumo se recomenda reduzir ou eliminar (leite, sal e mel, por exemplo) têm demonstrado favorecer o aparecimento de diabetes e/ou piorar sua evolução. Um diabético, que simplesmente considera essas recomendações, já tem muito ganho no controle de sua doença.

A nutricionista Débora Sabino (CRN 9-9922) explica que “as pessoas que tem diabetes necessitam de acompanhamento profissional, pois o tratamento somente a base de medicamentos não é eficaz. É preciso que haja também um acompanhamento nutricional, com vistas ao melhor controle alimentar”.

Quer saber mais dicas sobre como controlar o diabetes? Você pode conferir nesse site!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 13 DE MARÇO DE 2013.

A alergia é uma reação de rejeição do organismo a alguma substância química chamada alérgeno ou antígeno. Essa reação é desproporcionalmente intensa em relação à escassa quantidade de alérgeno ou à sua inofensividade. Qualquer substância química pode causar uma reação alérgica.

O marisco é o alimento que causa alergias com maior
frequência.
Alguns alimentos como: peixes, ovos, carne, mel, leite, dentre outros, costumam ser causas frequentes de alergias. O consumo desses alimentos pode ainda favorecer reações alérgicas a outros alimentos ou substâncias químicas. Assim, em pessoas sensíveis, por exemplo, o leite pode propiciar uma reação alérgica a outros alimentos ou substâncias e potencializar outras manifestações de tipo alérgico.

A nutricionista Débora Sabino (CRN: 9-9922), recomenda que, alimentos como o leite de vaca, grande causador de alergias alimentares, não sejam incluídos na alimentação antes do fim do primeiro ano de vida, pois a chance de se desenvolver a reação alérgica aumenta consideravelmente.

Os sintomas das alergias alimentares incluem formigamento na boca, edema nos lábios, distensão abdominal, vômitos, ruídos intestinais exageradamente altos e diarréia.

O único tratamento eficaz é deixar de comer os alimentos que lhe provocam alergias. Por segurança, consulte um médico antes de iniciar uma dieta restritiva para tratar uma alergia autodiagnosticada.

Veja mais sobre alergias alimentares aqui!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO E FLÁVEA GOMES NO DIA 12 DE MARÇO DE 2013. 
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