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As doenças cardiovasculares são as maiores responsáveis pelas mortes em todo o mundo e o maior fator de risco dessas doenças é a hipertensão. No Brasil, os dados são preocupantes, 2/3 das mortes estão relacionadas com a hipertensão arterial.

Entenda a hipertensão através deste video

Segundo a nutricionista e coordenadora do serviço de nutrição e dietética de um hospital de Ponte Nova, Ana Lídia Teixeira da Silva (CRN-11267), um dos principais fatores ambientais modificáveis para o controle e prevenção da hipertensão é a alimentação. O consumo excessivo de sal e o baixo consumo de vegetais, associado ao sedentarismo, obesidade e consumo exagerado de álcool, são os principais responsáveis pela doença. Hábitos alimentares saudáveis podem diminuir consideravelmente o surgimento das consequências da hipertensão, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (derrame).



De acordo com orientações da Organização Mundial de Saúde, divulgadas em janeiro de 2013, os adultos devem consumir menos de 2.000 miligramas (mg) de sódio, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha, cerca de uma colher de chá, e pelo menos 3.510 mg de potássio por dia. Esse limite também é válido para as crianças acima de dois anos, contudo é necessário reajustes para valores ainda menores conforme idade, peso e necessidades calóricas de cada uma.

Silva orienta os hipertensos a aumentarem o consumo de frutas, verduras, alimentos integrais, leite e derivados desnatados, garantindo uma ingestão satisfatória de fibras, potássio, cálcio e magnésio. É necessário reduzir a quantidade de gordura saturada, trans e colesterol, além de evitar o consumo de bebidas alcoólicas e alimentos ricos em sódio. Outras dicas importantes da nutricionista:

·         Retire o saleiro da mesa;
·         Reduza a quantidade de sal na elaboração de alimentos para menos de 2 gramas por dia;
·         Mantenha seu peso corporal próximo ao ideal;
·         Pratique exercícios físicos, sob orientação médica;
·         Evite alimentos ricos em sódio: bacalhau, defumados, charques, presunto, linguiça, bacon, salsicha, salgados de pacote tipo snacks, mortadela, temperos prontos como caldo, sopas desidratadas e molhos (inglês, shoyu), mostarda, catchup, maionese e conservas;


O sal de cozinha como tempero pode ser substituído por ervas aromáticas e especiarias, realçando o sabor e o aroma das preparações, confira algumas sugestões da nutticionista no quadro abaixo:

Ervas Aromáticas e Especiarias 
Onde usar
Alecrim
Batata e frango
Gengibre
Frutas e peixes
Cravo
Carnes

Hortelã
Saladas e grelhados
Manjericão
Saladas e massas
Noz-moscada
Verduras, carnes e massas
Orégano
Pratos com tomate
Pimenta
Carnes, verduras, massas e sopas
Salsinha
Saladas, sopas e molhos
Curry
Frango, peixes, verduras e massas
Cebolinha
Ovos, queijos e todos os tipos de salada
Açafrão
Molhos, carnes, sopas, pães e bolos. Evite colocá-la no começo do cozimento para que não perca a cor e o sabor


TEXTO E FOTO POR FLÁVEA GOMES. POSTADO NO DIA 21 DE MARÇO DE 2013.

Um consumo elevado de carne se associa com um risco maior de diabetes.
 Essa doença ocorre com menor freqüência entre os vegetarianos.
A chamada diabetes “melito” ou diabetes sacarina ou açucarada é um transtorno do metabolismo da glicose que ocorre com bastante frequência nos países ocidentais. Na realidade, esse termo inclui duas doenças cuja característica comum é apresentar um nível elevado de açúcar no sangue.

Veja mais informações sobre o diabetes melitus aqui!




Tipos de Diabetes 



• Diabetes tipo 1: também chamada diabetes juvenil ou insulino dependente. Devido a uma infecção viral, a uma toxina ou a uma reação auto-imune, tudo isso favorecido por uma predisposição hereditária, as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas. Esses diabéticos costumam ser magros e necessitam de que lhes seja administrada insulina desde a infância.

• Diabetes tipo 2: também chamada diabetes de adulto ou não insulino dependente. Suas causas são desconhecidas, embora se saiba que é favorecida por uma alimentação rica em produtos doces e refinados e pobres em cereais integrais.

Outras informações sobre os tipos de diabetes, acesse aqui!

Alimentação


Os alimentos cujo consumo aqui se recomenda aumentar (legumes. Verduras, frutas, por exemplo) contribuem significativamente para controlar a diabetes e evitar suas complicações. Para isso, é preciso que seu uso se insira em um planejamento dietético estabelecido por um especialista.

Os alimentos cujo consumo se recomenda reduzir ou eliminar (leite, sal e mel, por exemplo) têm demonstrado favorecer o aparecimento de diabetes e/ou piorar sua evolução. Um diabético, que simplesmente considera essas recomendações, já tem muito ganho no controle de sua doença.

A nutricionista Débora Sabino (CRN 9-9922) explica que “as pessoas que tem diabetes necessitam de acompanhamento profissional, pois o tratamento somente a base de medicamentos não é eficaz. É preciso que haja também um acompanhamento nutricional, com vistas ao melhor controle alimentar”.

Quer saber mais dicas sobre como controlar o diabetes? Você pode conferir nesse site!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 13 DE MARÇO DE 2013.

A alergia é uma reação de rejeição do organismo a alguma substância química chamada alérgeno ou antígeno. Essa reação é desproporcionalmente intensa em relação à escassa quantidade de alérgeno ou à sua inofensividade. Qualquer substância química pode causar uma reação alérgica.

O marisco é o alimento que causa alergias com maior
frequência.
Alguns alimentos como: peixes, ovos, carne, mel, leite, dentre outros, costumam ser causas frequentes de alergias. O consumo desses alimentos pode ainda favorecer reações alérgicas a outros alimentos ou substâncias químicas. Assim, em pessoas sensíveis, por exemplo, o leite pode propiciar uma reação alérgica a outros alimentos ou substâncias e potencializar outras manifestações de tipo alérgico.

A nutricionista Débora Sabino (CRN: 9-9922), recomenda que, alimentos como o leite de vaca, grande causador de alergias alimentares, não sejam incluídos na alimentação antes do fim do primeiro ano de vida, pois a chance de se desenvolver a reação alérgica aumenta consideravelmente.

Os sintomas das alergias alimentares incluem formigamento na boca, edema nos lábios, distensão abdominal, vômitos, ruídos intestinais exageradamente altos e diarréia.

O único tratamento eficaz é deixar de comer os alimentos que lhe provocam alergias. Por segurança, consulte um médico antes de iniciar uma dieta restritiva para tratar uma alergia autodiagnosticada.

Veja mais sobre alergias alimentares aqui!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO E FLÁVEA GOMES NO DIA 12 DE MARÇO DE 2013. 

No Blog Mundo dos Peixes você pode conferir uma
receita de lambari frito.
Saborear um peixe a beira do mar, ou comer um peixe assado em algum lugar com uma companhia agradável, ou deliciar uma moqueca bem preparada sempre são bons programas. Uma porção de lambari frito acompanhado de angu então? Sempre é uma boa pedida para reuniões de família e agitadas mesas de bar. Todos esses pratos são exemplos de como o peixe está presente nas mesas de todos os cantos do país. Sem contar que com a quaresma da tradição católica, o consumo cresce ainda mais. Seja o peixe de água doce ou salgada o grande número de espécies da fauna brasileira esta movimentando o mercado, atraindo novos negócios e ganhando até apoio governamental. Os amantes do pescado agradecem.

O Brasil possui cerca de 2.500 espécies de peixes, o que corresponde a 10% da fauna de peixes do mundo em águas doces. Na região marinha do Brasil, existem mais de 1.000 espécies, levando-se em conta as espécies costeiras, pelágicas de passagem, oceânicas e abissais. Das 48.170 espécies de vertebrados existentes, cerca de 24.620 são peixes. Segundo relatório do governo federal em 2009 a China foi o país que mais produziu, com aproximadamente 60,5 milhões de toneladas, a Indonésia com 9.8 milhões de toneladas, a Índia com 7,9 milhões de toneladas e o Peru com cerca de 7 milhões de toneladas. O Brasil, neste contexto, contribuiu com 1.240.813 t em 2009, representando 0,86% da produção mundial de pescado. Atualmente o País produz aproximadamente 1,25 milhões de toneladas de pescado, sendo 38% cultivados. A atividade gera um PIB pesqueiro de R$ 5 bilhões, mobiliza 800 mil profissionais entre pescadores e aquicultores e proporciona 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos.

Aquicultura a parte, você sabia que existem diferenças nutricionais entre os peixes cartilaginosos e os ósseos? Mais especificamente entre os peixes de água salgada e os de água doce? É isso mesmo, para cada tipo de alimentação se “exige” um tipo de pescado diferente, pois em cada ambiente existem tipos de nutrientes específicos e adequar o consumo para uma dieta balanceada se faz necessário. Grande parte das espécies tem alto valor nutricional, boa digestão e ajudam a regular os índices de colesterol no organismo. A ingestão regular – 2 vezes por semana - traz muitos benefícios à saúde como redução de doenças relacionadas ao coração. E o que mostra um estudo realizado no Japão em 2008, o país que mais consome peixe no mundo, a alimentação baseada em peixes substitui o consumo de gorduras trans contidas em carnes vermelhas e laticínios e diminui o índice de risco de doenças cardiovasculares e outras enfermidades. Outro benefício do consumo é relacionado às crianças, idosos e gestantes, que precisam de quantidades de proteínas para a manutenção do organismo.

Para não perder os nutrientes é necessário sempre se preocupar também com o modo de preparo do seu pescado. Evite frituras, principalmente as que utilizem gorduras animais, sempre use os óleos vegetais. O peixe grelhado, assado ou cozido no vapor ainda se apresenta como a melhor opção, pois não altera tanto o paladar e os valores nutritivos.


 Características: Ambos são fontes de proteínas, mas possuem suas especificidades.

Peixes de água doce – São predominantemente peixes ósseos e escamosos que habitam sua vida inteira – ou parte dela – em rios e lagos. Tem sua carne mais fracionada e varia de tonalidade e textura de acordo com a alimentação e geografia de cada espécie. São ricos em Ômega 6 e algumas espécies como o Pacu são mais gordurosas. Em geral são menores que os peixes de água salgada e com exceção de algumas espécies, como o Pacu, possuem baixo teor de gordura. Espécies no Brasil – traíra, tilápia, lambari, pacu, pintado, tambaqui, e outros.

Peixe de água salgada – Possuem pele semelhante ao couro, com menos escamas que os peixes de água doce e são relativamente maiores que os de água doce. Se alimentam de plâncton marinho e peixes de outras espécies. A taxa de ômega 3 – gordura boa para o funcionamento corporal -  é maior quando comparada às espécies de rios e lagos. Sua carne é mais densa e a quantidade de espinhos é variável.

TEXTO POR LAUZEMIR CARVALHO NO DIA 10 DE MARÇO DE 2013. 
Um dos alimentos mais consumidos em todas as casas brasileiras e o preferido de muitas crianças, o ovo vem recebendo destaque em diversos estudos na atualidade. Sua fama de “cara malvado” das cozinhas vem se modificando, abrindo espaço para suas qualidades específicas, voltadas principalmente para os esportistas, gestantes e outros grupos restritos. Do cargo de vilão do colesterol o ovo é elevado ao patamar de alimento saudável (quando consumido com moderação) que faz bem ao cérebro, ao coração e é ideal para todas as idades.


Seja frito, cozido, cru ou em forma de condimento, o consumo desta especiaria se destaca pela fácil digestão e absorção no organismo, já que sua massa é predominantemente composta por água. Ele contém ainda as vitaminas K, A, D e E em grandes quantidades e também: vitaminas do complexo B, e os minerais sódio, ferro, magnésio e potássio. Com todo esse gabarito nutricional e estudos que comprovam sua eficácia na alimentação ele passou a ocupar lugar de destaque tanto para receitas de atletas, com alto rendimento físico, quanto para pessoas que tem por objetivo a perda de peso com dietas.

Sua média de 70 calorias e altos índices de vitaminas e nutrientes, aliados a um alto custo/benefício – um ovo aqui em Minas Gerais custa em torno de 0,40 centavos – já faziam dele o substituto da carne em muitas casas de classe média, mas agora até “celebridades” já se rendem a sua eficácia e comem várias claras de ovo por dia, para uma dieta que prima a hipertrofia muscular.


Clara ou Gema?

70 a 75 por cento do peso do ovo é composto de água, ou seja, mesmo escolhendo a clara ou a gema lembre-se que grande parte de suas composições é simplesmente água comum. O que difere predominantemente uma “parte” da outra são os nutrientes que cada uma contém. Enquanto a gema (30 por cento do peso do ovo in natura) concentra o colesterol, vitaminas, ácidos graxos e gordura do tipo INsaturada – aquela que faz BEM ao organismo, diminui o colesterol LDL e aumenta o HDL, não confunda com a Saturada que faz mal ao organismo – a clara (60 por cento do peso do ovo in natura) concentra as tão perseguidas proteínas – principalmente a albumina - , ideais para os adeptos das academias. O ideal é o ovo ser consumido por inteiro, para se ter todos os benefícios de sua composição.

Consumido com moderação e sempre tendo o acompanhamento nutricional e médico, este alimento completo é um dos atuais aliados da boa alimentação e de acordo com o ritmo de atividade de cada um. Combinado com uma alimentação balanceada esse alimento é um dos principais combustíveis do terceiro milênio.

Tabela Nutricional e Tabela Calórica.

TEXTO POR LAUZEMIR CARVALHO NO DIA 8 DE MARÇO DE 2013. 

Nutricionista Bárbara Delazzari
O carnaval é muito esperado pelos brasileiros. As pessoas querem se divertir e muitas vezes se esquecem de se alimentar de forma adequada, pensando nisso, selecionamos algumas dicas da nutricionista Bárbara Delazzari para você aproveitar com saúde os dias de folia.

Nas viagens, é importante levar lanches leves, práticos e saudáveis, como por exemplo, frutas e sanduíches naturais embalados em bolsas térmicas.

Durante o carnaval, principalmente para aquelas pessoas que ingerem bebidas alcoólicas, é fundamental a ingestão de água, água de coco e/ou sucos naturais a fim de evitar a desidratação, muito comum nesse período. No decorrer dos dias de festa, deve-se realizar refeições regulares com intervalo de 3 horas, pobres em gorduras e ricas em carboidratos que são fontes de energia, por exemplo, massas e pães integrais, fontes de fibras e que auxiliam no bom funcionamento do intestino.

O Engenheiro Diogo Cardoso, 26 anos, mescla bons e maus comportamentos no que se refere à alimentação no carnaval. Ele conta que costuma comer principalmente mistos quentes e sanduíches vendidos em barracas, intercalando as bebidas alcoólicas com outros líquidos, principalmente a água.

Para você que não conseguir se alimentar de forma correta, após os dias de folia você deve ingerir alimentos que desintoxicam (limpam) o organismo (frutas, legumes, verduras e alimentos integrais como a linhaça e a aveia), não se esquecendo de beber muita água e sucos naturais.

Cuide-se bem e bom carnaval!

TEXTO E FOTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 9 DE FEVEREIRO DE 2013.

As grávidas devem comer para dois e não por dois. Durante os nove meses de gravidez, é recomendado que a gestante engorde de 9 a 12 quilos, quando se espera apenas um bebê. Em casos de gravidezes múltiplas, o peso varia. E nada melhor do que uma dieta balanceada para garantir o bem-estar da mãe e o bom desenvolvimento do bebê.

“Sempre tive uma alimentação balanceada, mas com a gravidez, passei a me preocupar mais com o que comia. Hoje minha alimentação é mais variada devido à necessidade de suprir os nutrientes que o bebê e eu precisamos para uma gravidez saudável.” É o que conta a gestante Sirlei Ribeiro.

Para atender as necessidades da gestante e do feto, é extremamente importante que se tenha uma alimentação diversificada que inclui desde cereais, produtos integrais e oleaginosas, até frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes. Como nenhum alimento é completo, é fundamental diversificar o cardápio.

A gestante deve evitar enlatados, condimentos, coisas gordurosas, carnes cruas ou mal passadas, sushi, camarão, lagosta, frutos do mar, refrigerantes e bebidas industrializadas a fim de evitar intoxicações alimentares, má digestão e problemas gastrointestinais.

Procure um(a) nutricionista, você possui singularidades e isso não é diferente na alimentação.
Por fim, vale lembrar que é fundamental que a gestante faça um acompanhamento nutricional com um (a) nutricionista, pois este profissional irá orientá-la a respeito de todas as alternativas que podem ser utilizadas para uma alimentação que satisfaça as necessidades da mãe e do bebê, levando em consideração fatores como altura, peso e idade da mãe, problemas eventuais de saúde que esta possua (diabetes, pressão alta) e situação clínica do bebê.

TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 6 DE FEVEREIRO DE 2013. AS FOTOS UTILIZADAS NO POST SÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO, ENCONTRADAS NO GOOGLE IMAGES.
A alimentação interfere no funcionamento do aparelho digestivo em problemas como a gastrite e o refluxo, temas anteriores do blog, mas, também influencia todo o organismo. A saúde da boca depende e muito do que ingerimos, até a alimentação de uma gestante já é importante na formação dos dentes da futura criança.

Dentista Catarina de Souza
Na infância a alimentação é importante para um bom desenvolvimento dos dentes, da mastigação, da musculatura e da oclusão. Além disso, é importante lembrar, como ressalta a dentista Catarina de Souza, “na infância os hábitos vão ser formados, a criança vai aprender a se alimentar de forma adequada ou não, o papel de ensinar cabe aos pais”.

Alguns alimentos são benéficos à saúde bucal, de acordo com a dentista, “os alimentos naturais e fibrosos são benéficos, alguns tipos de alimentos são considerados detergentes, ou seja, quanto mais fibroso é o alimento maior limpeza ele proporciona aos dentes. Já os alimentos pegajosos vão ser prejudiciais a partir do momento que eles ficam mais grudados nos dentes, podendo ocasionar cárie”.

Como exemplos de alimentos detergentes, temos a maça e a cana, como se pode ver no vídeo logo abaixo, e entre os alimentos pegajosos estão os doces, como brigadeiro e biscoitos recheados. Assim, os maiores inimigos dos dentes são os alimentos açucarados, por isso, as guloseimas e açúcares em geral devem ser consumidos com moderação, seu uso frequente pode causar cáries.


A saúde bucal também depende da higiene, é necessário escovar os dentes após as refeições e utilizar o fio dental diariamente. O flúor também é benéfico na prevenção de cáries.

TEXTO E FOTO POR FLÁVEA GOMES. POSTADO NO DIA 30 DE JANEIRO DE 2013.

Uma boa alimentação é essencial para o bom funcionamento do organismo, mas, o que seria uma alimentação adequada?

Gastroenterologista Flávio Gilbert
De acordo com o gastroenterologista Flávio Gilbert, “alimentação adequada, de forma mais genérica, seria uma alimentação bem colorida, sortida. Vamos pegar o exemplo da principal refeição aqui no Brasil, o almoço. Você tem o arroz, o feijão, pode optar por uma carne mais magra, sem um teor muito alto de gordura, preferindo os assados aos produtos fritos, inserir legumes e verduras, tem que haver um aporte de fibras. Uma sobremesa envolvendo salada de frutas seria ideal, pois, ela tem o açúcar da frutose que não sobrecarrega os níveis glicêmicos. E o mais importante é fazer uma dieta orientada, não só baseada na avaliação do gastroenterologista, mas, principalmente, baseada na orientação de um nutricionista”.

Uma nutrição correta pode, inclusive, prevenir doenças e auxiliar no tratamento de algumas enfermidades, como a gastrite, através da combinação da avaliação gastroenterologica diagnosticando os problemas e do nutricionista orientando como é uma boa refeição.

Gastrite é todo quadro de inflamação no estômago e possui várias causas, pode estar relacionada à presença de uma bactéria, a certos grupos alimentares, a determinados produtos conservantes ou a ação de alguns medicamentos. A dieta adequada é fundamental no tratamento da doença, pois, favorece a obtenção da cura ou a resolução do problema.

A alimentação correta para o portador de gastrite vai depender do tipo da gastrite, segundo Flávio Gilbert, “em geral, a gente poderia passar um planejamento dizendo que o paciente deve buscar primeiro adotar as refeições principais do dia, ou seja, não eliminar o café da manhã, o almoço e o jantar, além disso, é importante comer menores quantidades mais vezes ao dia, evitar pimenta, temperos fortes, álcool, refrigerante e bebidas gasosas, além de evitar o cigarro, que é um fator prejudicador da mucosa gástrica. Então, dependendo de cada tipo de gastrite, nós vamos poder fazer um planejamento dietético baseado no diagnóstico”.

Ao tratar uma doença, não somente a gastrite, é importante buscar um especialista e só tomar remédios que forem prescritos pelo médico.

No vídeo abaixo você confere um resumo de tudo o que você tem que saber sobre a gastrite, assista!



TEXTO E FOTO POR FLÁVEA GOMES. POSTADO NO DIA 17 DE JANEIRO DE 2013.
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