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Um consumo elevado de carne se associa com um risco maior de diabetes.
 Essa doença ocorre com menor freqüência entre os vegetarianos.
A chamada diabetes “melito” ou diabetes sacarina ou açucarada é um transtorno do metabolismo da glicose que ocorre com bastante frequência nos países ocidentais. Na realidade, esse termo inclui duas doenças cuja característica comum é apresentar um nível elevado de açúcar no sangue.

Veja mais informações sobre o diabetes melitus aqui!




Tipos de Diabetes 



• Diabetes tipo 1: também chamada diabetes juvenil ou insulino dependente. Devido a uma infecção viral, a uma toxina ou a uma reação auto-imune, tudo isso favorecido por uma predisposição hereditária, as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas. Esses diabéticos costumam ser magros e necessitam de que lhes seja administrada insulina desde a infância.

• Diabetes tipo 2: também chamada diabetes de adulto ou não insulino dependente. Suas causas são desconhecidas, embora se saiba que é favorecida por uma alimentação rica em produtos doces e refinados e pobres em cereais integrais.

Outras informações sobre os tipos de diabetes, acesse aqui!

Alimentação


Os alimentos cujo consumo aqui se recomenda aumentar (legumes. Verduras, frutas, por exemplo) contribuem significativamente para controlar a diabetes e evitar suas complicações. Para isso, é preciso que seu uso se insira em um planejamento dietético estabelecido por um especialista.

Os alimentos cujo consumo se recomenda reduzir ou eliminar (leite, sal e mel, por exemplo) têm demonstrado favorecer o aparecimento de diabetes e/ou piorar sua evolução. Um diabético, que simplesmente considera essas recomendações, já tem muito ganho no controle de sua doença.

A nutricionista Débora Sabino (CRN 9-9922) explica que “as pessoas que tem diabetes necessitam de acompanhamento profissional, pois o tratamento somente a base de medicamentos não é eficaz. É preciso que haja também um acompanhamento nutricional, com vistas ao melhor controle alimentar”.

Quer saber mais dicas sobre como controlar o diabetes? Você pode conferir nesse site!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 13 DE MARÇO DE 2013.

A alergia é uma reação de rejeição do organismo a alguma substância química chamada alérgeno ou antígeno. Essa reação é desproporcionalmente intensa em relação à escassa quantidade de alérgeno ou à sua inofensividade. Qualquer substância química pode causar uma reação alérgica.

O marisco é o alimento que causa alergias com maior
frequência.
Alguns alimentos como: peixes, ovos, carne, mel, leite, dentre outros, costumam ser causas frequentes de alergias. O consumo desses alimentos pode ainda favorecer reações alérgicas a outros alimentos ou substâncias químicas. Assim, em pessoas sensíveis, por exemplo, o leite pode propiciar uma reação alérgica a outros alimentos ou substâncias e potencializar outras manifestações de tipo alérgico.

A nutricionista Débora Sabino (CRN: 9-9922), recomenda que, alimentos como o leite de vaca, grande causador de alergias alimentares, não sejam incluídos na alimentação antes do fim do primeiro ano de vida, pois a chance de se desenvolver a reação alérgica aumenta consideravelmente.

Os sintomas das alergias alimentares incluem formigamento na boca, edema nos lábios, distensão abdominal, vômitos, ruídos intestinais exageradamente altos e diarréia.

O único tratamento eficaz é deixar de comer os alimentos que lhe provocam alergias. Por segurança, consulte um médico antes de iniciar uma dieta restritiva para tratar uma alergia autodiagnosticada.

Veja mais sobre alergias alimentares aqui!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO E FLÁVEA GOMES NO DIA 12 DE MARÇO DE 2013. 

Nem sempre quem ingere mais alimentos possui o maior ganho de peso e não importa só a qualidade de comida ingerida, mas os horários em que isso é feito. De acordo com o cirurgião geral com experiência na realização de cirurgia bariátrica, Thiago Carneiro Machado, “o ganho de peso que gera a obesidade é uma das doenças mais graves do século XXI, provavelmente será o maior problema de saúde pública nos próximos 20 anos e é gerado principalmente por questões genéticas, comportamentais e tem relação com os horários da alimentação, por isso, é importante ingerir pequenas porções de três em três horas para manter uma taxa metabólica acelerada e facilitar a digestão”.

Thiago Carneiro - Cirurgião geral com experiência
na realização de cirurgia bariátrica
Como explicado pelo cirurgião, no período da manhã os hormônios circadianos que fazem com que a gente mantenha atividade física durante o dia e durma a noite são mais elevados, as taxas de cortisol maiores, portanto o metabolismo é mais eficiente, por isso, o café da manhã, o lanche do meio da manhã e o almoço são fundamentais, porém, algumas pessoas acabam comendo muito à noite, quando os hormônios do metabolismo estão baixos. E não são raras as refeições nas quais priorizam comidas prontas, que geralmente são carregadas de produtos químicos e calorias, então, não só a quantidade, mas a qualidade da comida também faz com que as pessoas engordem.

Machado ressalta, “a maioria dos pacientes que procuram redução de estômago são mulheres, em cada 10, oito que eu opero são mulheres, pois, elas têm preocupação maior com a saúde e claro com certo apelo estético devido às dificuldades que a obesidade causa na vida dessas pessoas que tem uma história que mostra que geralmente tinham peso normal aos vinte anos e ao casarem, acabaram relaxando com a alimentação e a atividade física. Durante da gravidez elas tendem a ganhar mais peso, nem sempre com acompanhamento profissional, fazendo com que engordem excessivamente e depois tenham dificuldade de emagrecer, além disso, a maternidade traz sedentarismo e deixa menos tempo para se exercitar, fazendo com que ganhem peso a cada filho, chegando a um grau de obesidade severo”.

Essas mulheres tentam fazer regime com acompanhamento médico, mas como o ganho de peso foi excessivo acabam não conseguindo, então a cirurgia torna-se uma alternativa eficaz, mas também provoca alterações na saúde da pessoa, que terá que fazer acompanhamentos periódicos com os profissionais que realizaram o procedimento e com o endocrinologista. É o caso da assistente Social Ana Cristina Dias de 47 anos que passou por uma cirurgia de redução de estômago há seis meses e já emagreceu 25 quilos, ela afirma, “a cirurgia foi o melhor método, pois sofria com diabetes, pressão alta, apneia do sono e gordura abdominal, todos relacionados com fatores hereditários. Tentei dietas e remédios, mas o peso voltava. Como tinha diabetes sempre tive uma alimentação balanceada, mas hoje a dieta é mais restrita, devido ao tamanho reduzido do estômago e pobre em gordura”.




Para quem a redução de estômago é indicada?


A redução de estômago só é indicada para pessoas com obesidade mórbida. Para saber se uma pessoa tem essa obesidade é preciso calcular o seu Índice de Massa Corporal (IMC), para isso, basta pegar o peso e dividir pelo quadrado da altura em metros. Nas pessoas com peso normal o número encontrado está entre 18 e 25, quando o cálculo do IMC resulta em um número de 25 até 30 a pessoa está com um sobrepeso e acima de 30 já se inicia obesidade. De 30 a 35 é obesidade grau 1, de 35 a 40 obesidade grau 2 e acima de 40 já é obesidade mórbida, grau 3.

A obesidade que indica o procedimento cirúrgico é aquela que vai do IMC 35 a 40, quando a pessoa já tem doenças graves relacionadas à obesidade como doenças relacionadas com o sistema osteomuscular, problemas de joelho, coluna, apneia do sono, problemas cardíacos, hipertensão arterial e principalmente diabetes, nesses casos a pessoa já tem indicação de operar se o IMC for acima de 35 e quando esse índice é acima de 40 a indicação já é a cirurgia independente da pessoa ter outros problemas de saúde relacionados à obesidade, basta já ter feito a avaliação com endocrinologista que vai atestar que a obesidade está relacionada somente com alimentação incorreta e que não existe problema glandular ou hormonal que justifique o ganho de peso.

Quando já foi realizado um acompanhamento com endocrinologista por pelo menos um ou dois anos tentando fazer um regime e não houve sucesso no tratamento, a cirurgia se torna uma boa alternativa para tratar a obesidade. Entre os critérios para se submeter ao procedimento estão não ter nenhum distúrbio psiquiátrico que contra-indique a intervenção, ter mais de 18 anos ou menos de 65, e um histórico de obesidade de longo prazo, pelo menos cinco anos. Para a pessoa saber se tem indicação ou não de fazer o procedimento, é preciso consultar um endocrinologista e um cirurgião especialista nessa área para saber se está enquadrada nos critérios de indicação para a cirurgia.

TEXTO POR FLÁVEA GOMES NO DIA 9 DE MARÇO DE 2013.

“O refluxo gastroesofágico é a permanência anormal de ácido que deveria estar presente no estômago, que volta para o esôfago e ali permanece, causando lesões e agressões químicas diversas. O esôfago, como não foi preparado para ser agredido por essa substância, tenta se adaptar a ela, por isso o paciente começa a desenvolver sintomas que acusam a presença anormal desses líquidos, onde esse passa a desenvolver quadros de azia, queimação e digestão ruim”, é o que explica o gastroenterologista Flávio Gilbert.

O refluxo não significa necessariamente doença. Ele é comum e ocorre diversas vezes ao dia em todas as pessoas, mas por curtos períodos de tempo. A mucosa do esôfago é pouco resistente ao ácido, mas tem a capacidade de suportar esse refluxo normal.

Em alguns casos, a mucosa do esôfago pode ter sua resistência diminuída ou o ácido presente no estômago refluir mais vezes ou por mais tempo que a mucosa esofágica pode resistir. O ácido pode ainda refluir até a garganta, ou irritar o esôfago. Nessas situações, o refluxo deixa de ser considerado normal e é diagnosticada a doença do refluxo gastroesofágico.

O problema ocorre em razão de uma falha no esfíncter esofágico inferior, também conhecido como esfíncter cárdico, que funciona como uma válvula, não deixando que o bolo alimentar que está no estômago retorne para o esôfago.

Bebidas alcoólicas, a banana e o chocolate são alguns dos alimentos que causam refluxo.
Existem alguns alimentos que favorecem o surgimento do refluxo, tais como: alimentos ácidos, tomate e molho de tomate, doces e chocolate, refrigerantes, bebidas alcoólicas, café, chá preto e mate, além do cigarro.

O tratamento clínico é feito a base de omeprazol, lansoprazol, rabeprazol e esomeprazol. O tratamento deve ter duração mínima de 6 a 12 semanas, durante a qual a dose poderá ser reduzida gradualmente. Em casos mais graves, pode ser necessário o tratamento cirúrgico.

TEXTO POR FLÁVEA GOMES E LAIANA CARDOSO. POSTADO NO DIA 23 DE JANEIRO DE 2013.
FOTOS DE DOMÍNIO PÚBLICO (ENCONTRADAS NO GOOGLE IMAGES).

Uma boa alimentação é essencial para o bom funcionamento do organismo, mas, o que seria uma alimentação adequada?

Gastroenterologista Flávio Gilbert
De acordo com o gastroenterologista Flávio Gilbert, “alimentação adequada, de forma mais genérica, seria uma alimentação bem colorida, sortida. Vamos pegar o exemplo da principal refeição aqui no Brasil, o almoço. Você tem o arroz, o feijão, pode optar por uma carne mais magra, sem um teor muito alto de gordura, preferindo os assados aos produtos fritos, inserir legumes e verduras, tem que haver um aporte de fibras. Uma sobremesa envolvendo salada de frutas seria ideal, pois, ela tem o açúcar da frutose que não sobrecarrega os níveis glicêmicos. E o mais importante é fazer uma dieta orientada, não só baseada na avaliação do gastroenterologista, mas, principalmente, baseada na orientação de um nutricionista”.

Uma nutrição correta pode, inclusive, prevenir doenças e auxiliar no tratamento de algumas enfermidades, como a gastrite, através da combinação da avaliação gastroenterologica diagnosticando os problemas e do nutricionista orientando como é uma boa refeição.

Gastrite é todo quadro de inflamação no estômago e possui várias causas, pode estar relacionada à presença de uma bactéria, a certos grupos alimentares, a determinados produtos conservantes ou a ação de alguns medicamentos. A dieta adequada é fundamental no tratamento da doença, pois, favorece a obtenção da cura ou a resolução do problema.

A alimentação correta para o portador de gastrite vai depender do tipo da gastrite, segundo Flávio Gilbert, “em geral, a gente poderia passar um planejamento dizendo que o paciente deve buscar primeiro adotar as refeições principais do dia, ou seja, não eliminar o café da manhã, o almoço e o jantar, além disso, é importante comer menores quantidades mais vezes ao dia, evitar pimenta, temperos fortes, álcool, refrigerante e bebidas gasosas, além de evitar o cigarro, que é um fator prejudicador da mucosa gástrica. Então, dependendo de cada tipo de gastrite, nós vamos poder fazer um planejamento dietético baseado no diagnóstico”.

Ao tratar uma doença, não somente a gastrite, é importante buscar um especialista e só tomar remédios que forem prescritos pelo médico.

No vídeo abaixo você confere um resumo de tudo o que você tem que saber sobre a gastrite, assista!



TEXTO E FOTO POR FLÁVEA GOMES. POSTADO NO DIA 17 DE JANEIRO DE 2013.

As pessoas que tem restrições nutricionais, muitas vezes, encontram dificuldade de se alimentar de forma adequada por falta de informação de fácil acesso e compreensão. Tendo em vista esse fato, o blog “Nutração” tem como objetivo a realização de uma cobertura jornalística em nutrição, tentando minimizar os problemas e a falta de informação sobre eles, além de mostrar que existem pessoas saudáveis que prezam pela boa alimentação, incentivando desta forma a prática alimentar responsável.

O nome “Nutração” é baseado no fato de que não basta se alimentar, é preciso ter qualidades nutricionais naquilo que se ingere, para então, se alcançar uma boa qualidade de vida e saúde, por meio do bom funcionamento do corpo e da mente. A palavra ação foi inserida para indicar que é preciso ainda tomar atitudes e dispender certo tempo para ingerir o que é realmente bom para a saúde.

Logo e título do Nutração

Os temas aqui abordados girarão em torno de alimentação saudável, doenças relacionadas à alimentação, intolerância a determinados tipos de alimentos, dieta alimentar para grupos específicos de pessoas: gestantes, diabéticos, etc, além de outros temas que surgirem ao longo do tempo. Para um melhor desenvolvimento e aprofundamento dos temas propostos, serão consultados profissionais especializados que irão auxiliar você em todos os aspectos relacionados à alimentação.

Os posts, que terão periodicidade de duas vezes por semana, contarão ainda com depoimentos de pessoas que se enquadrem nos temas propostos. O blog tem perfil no facebook como uma forma de feedback entre produtores/ leitores, troca de experiências, com a possibilidade de envio de depoimentos e sugestões de pauta, e personagens. Dessa forma, você internauta está convidado a participar e colaborar para que este espaço seja um canal efetivo de promoção da saúde e da boa qualidade de vida.



TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 15 DE JANEIRO DE 2013. A ILUSTRAÇÃO UTILIZADA COMO FUNDO FOI PRODUZIDA PELO ARTISTA JAPONÊS TATSURO KIUCHI.
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