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As doenças cardiovasculares são as maiores responsáveis pelas mortes em todo o mundo e o maior fator de risco dessas doenças é a hipertensão. No Brasil, os dados são preocupantes, 2/3 das mortes estão relacionadas com a hipertensão arterial.

Entenda a hipertensão através deste video

Segundo a nutricionista e coordenadora do serviço de nutrição e dietética de um hospital de Ponte Nova, Ana Lídia Teixeira da Silva (CRN-11267), um dos principais fatores ambientais modificáveis para o controle e prevenção da hipertensão é a alimentação. O consumo excessivo de sal e o baixo consumo de vegetais, associado ao sedentarismo, obesidade e consumo exagerado de álcool, são os principais responsáveis pela doença. Hábitos alimentares saudáveis podem diminuir consideravelmente o surgimento das consequências da hipertensão, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (derrame).



De acordo com orientações da Organização Mundial de Saúde, divulgadas em janeiro de 2013, os adultos devem consumir menos de 2.000 miligramas (mg) de sódio, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha, cerca de uma colher de chá, e pelo menos 3.510 mg de potássio por dia. Esse limite também é válido para as crianças acima de dois anos, contudo é necessário reajustes para valores ainda menores conforme idade, peso e necessidades calóricas de cada uma.

Silva orienta os hipertensos a aumentarem o consumo de frutas, verduras, alimentos integrais, leite e derivados desnatados, garantindo uma ingestão satisfatória de fibras, potássio, cálcio e magnésio. É necessário reduzir a quantidade de gordura saturada, trans e colesterol, além de evitar o consumo de bebidas alcoólicas e alimentos ricos em sódio. Outras dicas importantes da nutricionista:

·         Retire o saleiro da mesa;
·         Reduza a quantidade de sal na elaboração de alimentos para menos de 2 gramas por dia;
·         Mantenha seu peso corporal próximo ao ideal;
·         Pratique exercícios físicos, sob orientação médica;
·         Evite alimentos ricos em sódio: bacalhau, defumados, charques, presunto, linguiça, bacon, salsicha, salgados de pacote tipo snacks, mortadela, temperos prontos como caldo, sopas desidratadas e molhos (inglês, shoyu), mostarda, catchup, maionese e conservas;


O sal de cozinha como tempero pode ser substituído por ervas aromáticas e especiarias, realçando o sabor e o aroma das preparações, confira algumas sugestões da nutticionista no quadro abaixo:

Ervas Aromáticas e Especiarias 
Onde usar
Alecrim
Batata e frango
Gengibre
Frutas e peixes
Cravo
Carnes

Hortelã
Saladas e grelhados
Manjericão
Saladas e massas
Noz-moscada
Verduras, carnes e massas
Orégano
Pratos com tomate
Pimenta
Carnes, verduras, massas e sopas
Salsinha
Saladas, sopas e molhos
Curry
Frango, peixes, verduras e massas
Cebolinha
Ovos, queijos e todos os tipos de salada
Açafrão
Molhos, carnes, sopas, pães e bolos. Evite colocá-la no começo do cozimento para que não perca a cor e o sabor


TEXTO E FOTO POR FLÁVEA GOMES. POSTADO NO DIA 21 DE MARÇO DE 2013.

Um consumo elevado de carne se associa com um risco maior de diabetes.
 Essa doença ocorre com menor freqüência entre os vegetarianos.
A chamada diabetes “melito” ou diabetes sacarina ou açucarada é um transtorno do metabolismo da glicose que ocorre com bastante frequência nos países ocidentais. Na realidade, esse termo inclui duas doenças cuja característica comum é apresentar um nível elevado de açúcar no sangue.

Veja mais informações sobre o diabetes melitus aqui!




Tipos de Diabetes 



• Diabetes tipo 1: também chamada diabetes juvenil ou insulino dependente. Devido a uma infecção viral, a uma toxina ou a uma reação auto-imune, tudo isso favorecido por uma predisposição hereditária, as células produtoras de insulina no pâncreas são destruídas. Esses diabéticos costumam ser magros e necessitam de que lhes seja administrada insulina desde a infância.

• Diabetes tipo 2: também chamada diabetes de adulto ou não insulino dependente. Suas causas são desconhecidas, embora se saiba que é favorecida por uma alimentação rica em produtos doces e refinados e pobres em cereais integrais.

Outras informações sobre os tipos de diabetes, acesse aqui!

Alimentação


Os alimentos cujo consumo aqui se recomenda aumentar (legumes. Verduras, frutas, por exemplo) contribuem significativamente para controlar a diabetes e evitar suas complicações. Para isso, é preciso que seu uso se insira em um planejamento dietético estabelecido por um especialista.

Os alimentos cujo consumo se recomenda reduzir ou eliminar (leite, sal e mel, por exemplo) têm demonstrado favorecer o aparecimento de diabetes e/ou piorar sua evolução. Um diabético, que simplesmente considera essas recomendações, já tem muito ganho no controle de sua doença.

A nutricionista Débora Sabino (CRN 9-9922) explica que “as pessoas que tem diabetes necessitam de acompanhamento profissional, pois o tratamento somente a base de medicamentos não é eficaz. É preciso que haja também um acompanhamento nutricional, com vistas ao melhor controle alimentar”.

Quer saber mais dicas sobre como controlar o diabetes? Você pode conferir nesse site!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 13 DE MARÇO DE 2013.

Um dos sintomas da anorexia é a distorção de sua imagem
corporal, onde o doente se enxerga mais gordo do que
realmente é.
Uma notícia publicada no período de dezembro de 2012 e janeiro de 2013 tem chocado a população: uma mulher de 39 anos que sofre com os males da anorexia pede ajuda depois de chegar a pesar 25 quilos! Isso mesmo, apenas 25 quilos em uma mulher de quase quarenta anos. Sua mãe, emocionada com a repercussão mundial da situação de sua filha a definiu como um “walkingdead” – um zumbi (tradução livre), visto que seu corpo se transformou em pele e osso, quando comparado a fotos de sua infância e adolescência. A mulher cujo corpo se mostra desfigurado, Valeria Levitina, mora hoje no Principado de Mônaco e mede 1 metro e setenta e dois centímetros – 1,72 metros – distribuídos em míseros 25 quilos, como pode ser visto nesse vídeo com legendas em inglês.



Apesar do choque da matéria e da sensação incomoda de se observar um ser humano nessa situação caótica, esse tipo de problema é mais comum do que se espera. A prevalência de Anorexia Nervosa varia entre 2% e 5% em mulheres adolescentes e adultas, já a Bulimia Nervosa tem como variável 1% e 3% e a taxa de ocorrência em homens é aproximadamente um décimo daquela observada nas mulheres. Mesmo não sendo tão expressiva e estudada, vêm se observando o aumento do número de casos de pessoas do sexo masculino que são afetados por transtornos alimentares, e assim como na bulimia os casos ainda não tem tanta expressão, pois o número de mulheres que sofrem do TA`s – lê-se Transtornos alimentares – ainda beira os 90% de todos os casos registrados.

Mas afinal quais são os fatores que causam esse tipo de doença? Assim como na bulimia o que se observa são um conjunto de fatores de ordem psicológica e mental de cada pessoa doente. Enquanto umas manifestam os TA`s devido a traumas de infância, outras se vêm doentes por assédio na escola. Algumas mulheres se sentem deslocadas com a aparência de seu corpo e desenvolvem um sintoma peculiar, onde não se reconhecem pelo espelho, passam a ver seu corpo mais gordo que o normal, mesmo com o corpo em situação quase cadavérica. Esses fatores associados com a visão midiática de obrigação em ter um físico escultural transmite uma pressão que é aliviada com a interrupção brusca e completa dos hábitos alimentares, por isso o corpo esquelético.

Segundo o clinica geral Ana Maria Rodrigues os sintomas se misturam a um estado psicológico debilitado, que já necessitava de ajuda antes mesmo da manifestação anoréxica. Muitas vezes a fonte do problema está em casa mesmo. O que agrava também é que na adolescência as meninas passam a comparar o corpo com outros, seja das colegas ou os de atrizes na TV, e não se aceitam do jeito que são, o que desencadeia uma série de outros problemas de autoestima – disse Ana Maria.

Em seu blog o médico Dráuzio Varela também mostra outras causas da doença como o fator genético, em que estudos comprovam uma maior incidência da doença em famílias que apresentam casos de TA`s. Estudos comprovam que em casos de irmãos gêmeos, quando um dos irmão têm a doença a probabilidade de o outro também apresentar os sintomas da doença aumenta gradualmente. O médico também lista alguns sintomas da doença:

* Perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa. Nos casos mais graves, o índice de massa corpórea chega a ser inferior a 17;


* Recusa em participar das refeições familiares. Os anoréxicos alegam que já comeram e que não estão mais com fome;



* Preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos. Esses pacientes chegam a ingerir apenas 200kcal por dia;



* Interrupção do ciclo menstrual (amenorreia) e regressão das características femininas;



* Atividade física intensa e exagerada;



* Depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos;



* Visão distorcida do próprio corpo. Apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam-se com excesso de peso;



* Pele extremamente seca e coberta por lanugo (pelos parecidos com a barba de milho).

Assim como em outros transtornos, a família é fundamental tanto no diagnóstico quanto no tratamento dos doentes. Assim como disse Valeria Levitina a doença pode começar com uma seleção daquilo que se come. Isso se transforma em obsessão e o doente passa a não se alimentar perto de outras pessoas. Muitas vezes o primeiro contato visual da família com a doença se dá nesse momento, em que a pessoa para de se reunir para fazer as refeições, com medo da crítica familiar. Quando isso acontece, o ideal é o apoio familiar, com conselhos e acompanhamento médico e psicológico.

O tratamento ainda não conta com muitos tipos de medicação específica. Ainda se trata esses tipos de transtorno com acompanhamento profissional e como mostra a psicóloga Flávia Scavone no blog da nutricionista Alessandra Coelho o tratamento nutricional prima por:


Auxiliar o paciente a entender os efeitos das restrições alimentares
Mostrar que há como reduzir o peso com saúde
Restabelecer o peso saudável
Amenizar as deficiências protéico-calóricas
Auxiliar o paciente na relação com os alimentos


TEXTO POR LAUZEMIR CARVALHO NO DIA 12 DE MARÇO DE 2013.

A alergia é uma reação de rejeição do organismo a alguma substância química chamada alérgeno ou antígeno. Essa reação é desproporcionalmente intensa em relação à escassa quantidade de alérgeno ou à sua inofensividade. Qualquer substância química pode causar uma reação alérgica.

O marisco é o alimento que causa alergias com maior
frequência.
Alguns alimentos como: peixes, ovos, carne, mel, leite, dentre outros, costumam ser causas frequentes de alergias. O consumo desses alimentos pode ainda favorecer reações alérgicas a outros alimentos ou substâncias químicas. Assim, em pessoas sensíveis, por exemplo, o leite pode propiciar uma reação alérgica a outros alimentos ou substâncias e potencializar outras manifestações de tipo alérgico.

A nutricionista Débora Sabino (CRN: 9-9922), recomenda que, alimentos como o leite de vaca, grande causador de alergias alimentares, não sejam incluídos na alimentação antes do fim do primeiro ano de vida, pois a chance de se desenvolver a reação alérgica aumenta consideravelmente.

Os sintomas das alergias alimentares incluem formigamento na boca, edema nos lábios, distensão abdominal, vômitos, ruídos intestinais exageradamente altos e diarréia.

O único tratamento eficaz é deixar de comer os alimentos que lhe provocam alergias. Por segurança, consulte um médico antes de iniciar uma dieta restritiva para tratar uma alergia autodiagnosticada.

Veja mais sobre alergias alimentares aqui!

TEXTO POR LAIANA CARDOSO E FLÁVEA GOMES NO DIA 12 DE MARÇO DE 2013. 

No Blog Mundo dos Peixes você pode conferir uma
receita de lambari frito.
Saborear um peixe a beira do mar, ou comer um peixe assado em algum lugar com uma companhia agradável, ou deliciar uma moqueca bem preparada sempre são bons programas. Uma porção de lambari frito acompanhado de angu então? Sempre é uma boa pedida para reuniões de família e agitadas mesas de bar. Todos esses pratos são exemplos de como o peixe está presente nas mesas de todos os cantos do país. Sem contar que com a quaresma da tradição católica, o consumo cresce ainda mais. Seja o peixe de água doce ou salgada o grande número de espécies da fauna brasileira esta movimentando o mercado, atraindo novos negócios e ganhando até apoio governamental. Os amantes do pescado agradecem.

O Brasil possui cerca de 2.500 espécies de peixes, o que corresponde a 10% da fauna de peixes do mundo em águas doces. Na região marinha do Brasil, existem mais de 1.000 espécies, levando-se em conta as espécies costeiras, pelágicas de passagem, oceânicas e abissais. Das 48.170 espécies de vertebrados existentes, cerca de 24.620 são peixes. Segundo relatório do governo federal em 2009 a China foi o país que mais produziu, com aproximadamente 60,5 milhões de toneladas, a Indonésia com 9.8 milhões de toneladas, a Índia com 7,9 milhões de toneladas e o Peru com cerca de 7 milhões de toneladas. O Brasil, neste contexto, contribuiu com 1.240.813 t em 2009, representando 0,86% da produção mundial de pescado. Atualmente o País produz aproximadamente 1,25 milhões de toneladas de pescado, sendo 38% cultivados. A atividade gera um PIB pesqueiro de R$ 5 bilhões, mobiliza 800 mil profissionais entre pescadores e aquicultores e proporciona 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos.

Aquicultura a parte, você sabia que existem diferenças nutricionais entre os peixes cartilaginosos e os ósseos? Mais especificamente entre os peixes de água salgada e os de água doce? É isso mesmo, para cada tipo de alimentação se “exige” um tipo de pescado diferente, pois em cada ambiente existem tipos de nutrientes específicos e adequar o consumo para uma dieta balanceada se faz necessário. Grande parte das espécies tem alto valor nutricional, boa digestão e ajudam a regular os índices de colesterol no organismo. A ingestão regular – 2 vezes por semana - traz muitos benefícios à saúde como redução de doenças relacionadas ao coração. E o que mostra um estudo realizado no Japão em 2008, o país que mais consome peixe no mundo, a alimentação baseada em peixes substitui o consumo de gorduras trans contidas em carnes vermelhas e laticínios e diminui o índice de risco de doenças cardiovasculares e outras enfermidades. Outro benefício do consumo é relacionado às crianças, idosos e gestantes, que precisam de quantidades de proteínas para a manutenção do organismo.

Para não perder os nutrientes é necessário sempre se preocupar também com o modo de preparo do seu pescado. Evite frituras, principalmente as que utilizem gorduras animais, sempre use os óleos vegetais. O peixe grelhado, assado ou cozido no vapor ainda se apresenta como a melhor opção, pois não altera tanto o paladar e os valores nutritivos.


 Características: Ambos são fontes de proteínas, mas possuem suas especificidades.

Peixes de água doce – São predominantemente peixes ósseos e escamosos que habitam sua vida inteira – ou parte dela – em rios e lagos. Tem sua carne mais fracionada e varia de tonalidade e textura de acordo com a alimentação e geografia de cada espécie. São ricos em Ômega 6 e algumas espécies como o Pacu são mais gordurosas. Em geral são menores que os peixes de água salgada e com exceção de algumas espécies, como o Pacu, possuem baixo teor de gordura. Espécies no Brasil – traíra, tilápia, lambari, pacu, pintado, tambaqui, e outros.

Peixe de água salgada – Possuem pele semelhante ao couro, com menos escamas que os peixes de água doce e são relativamente maiores que os de água doce. Se alimentam de plâncton marinho e peixes de outras espécies. A taxa de ômega 3 – gordura boa para o funcionamento corporal -  é maior quando comparada às espécies de rios e lagos. Sua carne é mais densa e a quantidade de espinhos é variável.

TEXTO POR LAUZEMIR CARVALHO NO DIA 10 DE MARÇO DE 2013. 
Um dos alimentos mais consumidos em todas as casas brasileiras e o preferido de muitas crianças, o ovo vem recebendo destaque em diversos estudos na atualidade. Sua fama de “cara malvado” das cozinhas vem se modificando, abrindo espaço para suas qualidades específicas, voltadas principalmente para os esportistas, gestantes e outros grupos restritos. Do cargo de vilão do colesterol o ovo é elevado ao patamar de alimento saudável (quando consumido com moderação) que faz bem ao cérebro, ao coração e é ideal para todas as idades.


Seja frito, cozido, cru ou em forma de condimento, o consumo desta especiaria se destaca pela fácil digestão e absorção no organismo, já que sua massa é predominantemente composta por água. Ele contém ainda as vitaminas K, A, D e E em grandes quantidades e também: vitaminas do complexo B, e os minerais sódio, ferro, magnésio e potássio. Com todo esse gabarito nutricional e estudos que comprovam sua eficácia na alimentação ele passou a ocupar lugar de destaque tanto para receitas de atletas, com alto rendimento físico, quanto para pessoas que tem por objetivo a perda de peso com dietas.

Sua média de 70 calorias e altos índices de vitaminas e nutrientes, aliados a um alto custo/benefício – um ovo aqui em Minas Gerais custa em torno de 0,40 centavos – já faziam dele o substituto da carne em muitas casas de classe média, mas agora até “celebridades” já se rendem a sua eficácia e comem várias claras de ovo por dia, para uma dieta que prima a hipertrofia muscular.


Clara ou Gema?

70 a 75 por cento do peso do ovo é composto de água, ou seja, mesmo escolhendo a clara ou a gema lembre-se que grande parte de suas composições é simplesmente água comum. O que difere predominantemente uma “parte” da outra são os nutrientes que cada uma contém. Enquanto a gema (30 por cento do peso do ovo in natura) concentra o colesterol, vitaminas, ácidos graxos e gordura do tipo INsaturada – aquela que faz BEM ao organismo, diminui o colesterol LDL e aumenta o HDL, não confunda com a Saturada que faz mal ao organismo – a clara (60 por cento do peso do ovo in natura) concentra as tão perseguidas proteínas – principalmente a albumina - , ideais para os adeptos das academias. O ideal é o ovo ser consumido por inteiro, para se ter todos os benefícios de sua composição.

Consumido com moderação e sempre tendo o acompanhamento nutricional e médico, este alimento completo é um dos atuais aliados da boa alimentação e de acordo com o ritmo de atividade de cada um. Combinado com uma alimentação balanceada esse alimento é um dos principais combustíveis do terceiro milênio.

Tabela Nutricional e Tabela Calórica.

TEXTO POR LAUZEMIR CARVALHO NO DIA 8 DE MARÇO DE 2013. 

Nem sempre quem ingere mais alimentos possui o maior ganho de peso e não importa só a qualidade de comida ingerida, mas os horários em que isso é feito. De acordo com o cirurgião geral com experiência na realização de cirurgia bariátrica, Thiago Carneiro Machado, “o ganho de peso que gera a obesidade é uma das doenças mais graves do século XXI, provavelmente será o maior problema de saúde pública nos próximos 20 anos e é gerado principalmente por questões genéticas, comportamentais e tem relação com os horários da alimentação, por isso, é importante ingerir pequenas porções de três em três horas para manter uma taxa metabólica acelerada e facilitar a digestão”.

Thiago Carneiro - Cirurgião geral com experiência
na realização de cirurgia bariátrica
Como explicado pelo cirurgião, no período da manhã os hormônios circadianos que fazem com que a gente mantenha atividade física durante o dia e durma a noite são mais elevados, as taxas de cortisol maiores, portanto o metabolismo é mais eficiente, por isso, o café da manhã, o lanche do meio da manhã e o almoço são fundamentais, porém, algumas pessoas acabam comendo muito à noite, quando os hormônios do metabolismo estão baixos. E não são raras as refeições nas quais priorizam comidas prontas, que geralmente são carregadas de produtos químicos e calorias, então, não só a quantidade, mas a qualidade da comida também faz com que as pessoas engordem.

Machado ressalta, “a maioria dos pacientes que procuram redução de estômago são mulheres, em cada 10, oito que eu opero são mulheres, pois, elas têm preocupação maior com a saúde e claro com certo apelo estético devido às dificuldades que a obesidade causa na vida dessas pessoas que tem uma história que mostra que geralmente tinham peso normal aos vinte anos e ao casarem, acabaram relaxando com a alimentação e a atividade física. Durante da gravidez elas tendem a ganhar mais peso, nem sempre com acompanhamento profissional, fazendo com que engordem excessivamente e depois tenham dificuldade de emagrecer, além disso, a maternidade traz sedentarismo e deixa menos tempo para se exercitar, fazendo com que ganhem peso a cada filho, chegando a um grau de obesidade severo”.

Essas mulheres tentam fazer regime com acompanhamento médico, mas como o ganho de peso foi excessivo acabam não conseguindo, então a cirurgia torna-se uma alternativa eficaz, mas também provoca alterações na saúde da pessoa, que terá que fazer acompanhamentos periódicos com os profissionais que realizaram o procedimento e com o endocrinologista. É o caso da assistente Social Ana Cristina Dias de 47 anos que passou por uma cirurgia de redução de estômago há seis meses e já emagreceu 25 quilos, ela afirma, “a cirurgia foi o melhor método, pois sofria com diabetes, pressão alta, apneia do sono e gordura abdominal, todos relacionados com fatores hereditários. Tentei dietas e remédios, mas o peso voltava. Como tinha diabetes sempre tive uma alimentação balanceada, mas hoje a dieta é mais restrita, devido ao tamanho reduzido do estômago e pobre em gordura”.




Para quem a redução de estômago é indicada?


A redução de estômago só é indicada para pessoas com obesidade mórbida. Para saber se uma pessoa tem essa obesidade é preciso calcular o seu Índice de Massa Corporal (IMC), para isso, basta pegar o peso e dividir pelo quadrado da altura em metros. Nas pessoas com peso normal o número encontrado está entre 18 e 25, quando o cálculo do IMC resulta em um número de 25 até 30 a pessoa está com um sobrepeso e acima de 30 já se inicia obesidade. De 30 a 35 é obesidade grau 1, de 35 a 40 obesidade grau 2 e acima de 40 já é obesidade mórbida, grau 3.

A obesidade que indica o procedimento cirúrgico é aquela que vai do IMC 35 a 40, quando a pessoa já tem doenças graves relacionadas à obesidade como doenças relacionadas com o sistema osteomuscular, problemas de joelho, coluna, apneia do sono, problemas cardíacos, hipertensão arterial e principalmente diabetes, nesses casos a pessoa já tem indicação de operar se o IMC for acima de 35 e quando esse índice é acima de 40 a indicação já é a cirurgia independente da pessoa ter outros problemas de saúde relacionados à obesidade, basta já ter feito a avaliação com endocrinologista que vai atestar que a obesidade está relacionada somente com alimentação incorreta e que não existe problema glandular ou hormonal que justifique o ganho de peso.

Quando já foi realizado um acompanhamento com endocrinologista por pelo menos um ou dois anos tentando fazer um regime e não houve sucesso no tratamento, a cirurgia se torna uma boa alternativa para tratar a obesidade. Entre os critérios para se submeter ao procedimento estão não ter nenhum distúrbio psiquiátrico que contra-indique a intervenção, ter mais de 18 anos ou menos de 65, e um histórico de obesidade de longo prazo, pelo menos cinco anos. Para a pessoa saber se tem indicação ou não de fazer o procedimento, é preciso consultar um endocrinologista e um cirurgião especialista nessa área para saber se está enquadrada nos critérios de indicação para a cirurgia.

TEXTO POR FLÁVEA GOMES NO DIA 9 DE MARÇO DE 2013.
O leite é o combustível que faz o bebe crescer mais
rapidamente durante  o primeiro ano do que em
qualquer outra época.
Cuidar bem da alimentação dos bebês é fundamental para que haja um crescimento saudável e se evite o aparecimento de graves doenças.
Até os seis meses de vida é recomendada a ingestão exclusiva do leite materno, pois este contém os nutrientes necessários durante essa fase da vida, além de proporcionar um equilíbrio adequado de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e sais minerais. Contêm ainda anticorpos da mãe, proteínas específicas que protegem o bebê contra infecções gastrointestinais, respiratórias e alergias.

A estudante Vanessa Coutinho, mãe de uma menina de onze meses, conta que continua amamentando a filha, oferecendo também a ela outros alimentos. Vanessa pretende amamentar até a menina completar dois anos, pois sabe da importância desse alimento e reconhece que ele estreita os laços entre a mãe e o bebê.

Esta é mais uma vantagem do leite materno, pois além de unir mãe e filho (a), ajuda a mulher a readquirir o peso que tinha antes da gravidez.

Após os seis meses, devem ser oferecidos ao bebê outros alimentos, como: água, sucos naturais sem adição de açúcar, verduras, legumes e frutas amassadas, até que a criança tenha condição de mastigá-los. Esses alimentos devem ser oferecidos aos poucos, em virtude de o sistema digestivo do bebê estar acostumado apenas à digestão do leite materno. Por fim, separamos algumas dicas úteis para o período da amamentação e da suspensão desta:

• Consulte seu médico antes de tomar qualquer remédio.
• Não deixe o bebê faminto, pois ele ficará aflito e não conseguirá mamar direito. Sempre que o bebê chorar, ofereça o peito.
• A cada mamada, troque a ordem em que oferece o peito ao bebê.
• Não pare de amamentar de uma hora para outra, a menos que seja necessário.

TEXTO E FOTO POR LAIANA CARDOSO NO DIA 19 DE FEVEREIRO DE 2013.
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